Quatro passos entre «acabei de criar conta» e «sei o que a IA diz de mim». Nenhum precisa de programador.
1. Criar o primeiro projecto
A sua tarefa: dizer-nos o que medir: domínio do site, sector e cidade. É com estes três que construímos as perguntas certas. «Que clínicas dentárias recomendas em Lisboa?» só se faz sabendo o sector e a cidade.
Leva cinco minutos a contar do registo. Se o seu sector estiver no catálogo, as perguntas que monitorizamos são perguntas reais que clientes fizeram, não frases inventadas.
2. Responder ao arranque
A sua tarefa: escolher as perguntas a monitorizar e nomear os rivais que quer medir ao lado.
É aqui que o share of voice ganha denominador: só entram na conta os concorrentes que configurar. Dois ou três chegam para começar, e muda-se quando quiser.
3. Esperar a primeira ronda de medições
A sua tarefa: nenhuma. É o único passo que não é seu.
Fazemos as perguntas aos motores de IA, várias vezes, e lemos as respostas tal como saem. As primeiras linhas aparecem no painel à medida que cada motor responde. A barra lateral mostra sempre o que o ciclo já fez, e no plano Parceiro, também o saldo por trás disso.
4. Ler o painel e agir
A sua tarefa: abrir o painel e responder a três perguntas: em que motores sou citado? quando sou citado, em que posição? o que está a travar quem ainda não me cita?
A terceira pergunta tem página própria. Os achados de cada diagnóstico vêm com a correcção pronta a rever, do robots.txt ao conteúdo das páginas. Com o plugin WordPress ligado, aplica-se com a sua assinatura em cima.
Está pronto se…
- Sabe dizer em que motores é citado, e em quais ainda não fomos sondá-lo. São coisas diferentes, e o painel distingue-as.
- Conhece o seu número de visibilidade da semana (ver Visibilidade).
- Tem uma correcção escolhida para aplicar, ou para passar ao seu programador.
A partir daqui as rondas seguintes correm sozinhas e o painel acumula a série. Para ler os dados fora do browser, em Looker ou no ChatGPT da empresa, veja API e Agentes de IA.